Viagem no tempo... Uma lição de história

Cronologia do Mosteiro

SÉCULO XIII

1294
Setembro – Licença para a construção de um mosteiro de monjas bernardas, pelo abade de Cister, D. Roberto, como resposta ao pedido do abade de Alcobaça, São Domingos Martins, portador do desejo do rei; seria a última fundação medieval da Ordem de Cister, simultaneamente com o de Almoster, em Santarém

1295
27 Fevereiro – Carta de confirmação da fundação do mosteiro, dedicando-o a Deus, Santíssima Virgem, todos os santos, São Dionísio e São Bernardo, tendo como obrigação rezar pelas almas dos monarcas, antecessores e sucessores.
Lançada a primeira pedra por D. Dinis, com a presença da Família Real e a primeira abadessa, D. Elvira Fernandes, proveniente de São Bento de Évora; as obras foram levadas a cabo, provavelmente por Antão Martins e Afonso Martins

Março – 80 monjas, número contestado por algumas fontes, ocupam o edifício do antigo Paço Real, anexo ao local e situado na Quinta das Flores; concessão de várias propriedades para rendimento do mosteiro, nos lugares de Odivelas, Xabregas, Loures, Alenquer e Sintra

23 Março – Concessão ao mosteiro dos padroados das igrejas de Santo Estêvão de Alenquer e São Julião de Santarém, bem como a mata de Loures

1296
01 Março – Início dos serviços religiosos

1299
08 AbrilPrimeiro testamento de D. Dinis, fazendo-se sepultar em Alcobaça e deixando 4 mil libras ao mosteiro de Odivelas

SÉCULO XIV

1305
As monjas ocupam o novo edifício, sendo em número de 80

1306
É abadessa D. Constança Fernandes, estando para executar o parlatório, entre o coro e o altar

1318
01 Outubro – Doação do reguengo de Algés de Ribamar para que fossem mantidos 5 capelães, que rezassem pela sua alma, manifestando o desejo de se fazer sepultar no local com a rainha; os capelães, provenientes de Alcobaça, teriam que viver junto ao local, no Hospício do Reguengo de Odivelas

09 Outubro – Foram concedidos ao Mosteiro, os padroados das igrejas de São João Baptista do Lumiar e São João de Frielas

1320
Falecimento de D. Maria Afonso, filha do monarca e sepultada no local

1322
20 JunhoTestamento de D. Dinis, determinando que fosse enterrado no Mosteiro, entre o coro e a capela-mor, deixando 4 mil libras, capas, mantos, dalmáticas e a cruz que pertencessem à Capela Real

1324
Data provável de colocação do túmulo de D. Dinis, no mosteiro

1325
07 JaneiroFalecimento do rei D. Dinis, sendo o corpo sepultado em Odivelas; era abadessa D. Urraca Pais (1316-1340); a rainha D. Isabel acompanhou as cerimónias fúnebres, ficando a residir algum tempo no Paço Real

1327
22 Dezembro – Testamento de D. Isabel, deixando roupas e mil libras à enfermaria do mosteiro

1348
Lançamento da primeira pedra do claustro, sendo mestre Domingos Domingues

Sensivelmente a meio deste século
Sepultamento do príncipe D. João, filho de D. João IV na capela-mor

SÉCULO XV

No início deste século
D. João I impede que o Mosteiro afore terras a famílias poderosas; possuía a Quinta do Pêro Borba e a Quinta da Barroca, junto ao Lumiar

1414
Existia o alpendre fronteiro à fachada do mosteiro

1415
05 Julho – D. Filipa de Lencastre, esposa de D. João I, refugia-se no Paço de Odivelas, para fugir à peste que assolava Lisboa e Sacavém

18 JulhoFalecimento de D. Filipa

19 Julho – A rainha é sepultada no antecoro do Mosteiro; doara, por testamento, vários bens ao Mosteiro, nomeadamente uma povoação fora do Reino

1416
09 OutubroTrasladação do corpo de D. Filipa de Lencastre para o Mosteiro da Batalha

1425
19 Junho – O Infante D. Pedro funda uma capela em memória da mãe, deixando como administrador João Álvares, e as casas da Ferraria da Ribeira, na Rua da Ferraria, à Madalena, na Rua D. Maria Mafalda e nas Fangas do Paço, bem como bens em Torres Novas; os bens garantiam o mantimento de um capelão.
Pintura dos paramentos da capela de D. Filipa (?) com flores-de-lis douradas sobre fundo verde, e provavelmente do absidíolo do lado da Epístola

1429
24 Março – D. João I concedeu a Beatriz de Góis, do mosteiro de Odivelas, uma tença anual de 185 libras

1434
17 Março – D. Duarte concedeu carta de privilégios ao Mosteiro

1436 
07 Novembro – O monarca doa 1 Março de prata anual ao Mosteiro para resolver um pleito entre o Mosteiro e o escudeiro Henrique Góis sobre a Quinta da Barrosa

1439
09 Fevereiro – D. Afonso V confirmou todos os privilégios e graças concedidos ao Mosteiro de Odivelas

1445
17 Março – O monarca nomeia o Doutor João Fernandes, chanceler de Lisboa, para o cargo de juiz dos feitos, havidos e por haver, do Mosteiro

1449
20 Maio – Na sequência da Batalha de Alfarrobeira, D. Filipa, filha do Infante D. Pedro, refugia-se no Mosteiro

1472
D. Joana, irmã de D. João II, mudou-se para o convento dominicano em Aveiro, mas antes residiu neste mosteiro

1473
18 Julho – O rei privilegiou o Mosteiro de Odivelas, a pedido da sua abadessa, concedendo-lhe licença para comprar bens de raiz até à quantia de 100.000 reais;

1485
28 Dezembro – D. João II confirma a concessão dos padroados das igrejas de São Julião de Santarém, de Santo Estêvão de Alenquer, de São Julião de Frielas e de São João do Lumiar

1496
13 Maio – D. Manuel I confirma todas as honras, privilégios, liberdades, graças e mercês concedidas pelos seus antecessores

1497
Falecimento de D. Filipa no local, ficando sepultada na sacristia

1499
10 Novembro – Escambo de bens entre o Mosteiro de Santos-o-Novo e o de Odivelas, ficando este com umas casas em Lisboa, na Rua da Sapataria, e o de Santos com um serrado, olival e horta situados junto do seu edifício

SÉCULO XVI

1501
10 Março – D. Manuel I doa ao Mosteiro todo o linho arrecadado para o rei no Almoxarifado da Azambuja

1503
10 Fevereiro – O rei dá licença para aceitar os bens deixados por Mécia de Abreu, entre os quais se destacam uns moinhos na Ribeira do Reguengo, junto de Torres Vedras, umas casas em Lisboa, em Santo Elói e no Furadouro

1504
16 Fevereiro – O rei confirma o emprazamento de uns bens da capela da rainha D. Filipa, situada no Mosteiro, a Diogo Fernandes, morador em Torres Novas

1509
11 Janeiro – O monarca confirma a administração da capela da rainha D. Filipa, com os respetivos encargos, a Simão Garcês, filho de Jorge Garcês, seu secretário

1514
23 Outubro – A administração passa a Jorge Garcês, sobrinho do anterior

1510 
6 Fevereiro – Confirmação da doação da Mata de Loures

1516-1536
Foi abadessa D. Violante Cabral, irmã de Pedro Álvares Cabral, responsável por diversas obras no edifício
Construção do Claustro da Moura, separado do mais antigo pelo refeitório e cozinha

1519
O Almoxarifado da Azambuja arrecadou para o Mosteiro 1.600 molhos de linho

1522
Reforma do Mosteiro por D. Francisco da Fonseca, bispo de Titópolis, sendo recrutadas no local as religiosas para reformar os mosteiros de Santa Maria de Almoster e de São Bento de Cástris

1531
26 JaneiroUm violento terramoto afeta o edifício

1532 
Visita de D. Edme de Salieu, abade de Claraval, a que a casa pertencia

10 Outubro – O abade de Claraval pede a D. João III para transferir religiosas de Odivelas para Almoster; ficaram no local 70 monjas, 5 noviças e 14 irmãs conversas

1534
Representação no local do Auto da Cananeia, de Gil Vicente, encomendado pela abadessa D. Violante Cabral

1535
14 Março – Alvará de D. João III doa 8 côvados de pano

1536
24 AgostoUm terramoto provoca estragos no edifício

1551
O túmulo de D. Dinis está, segundo Cristóvão Rodrigues de Oliveira, no meio da igreja, pendendo para o lado da Epístola

1555
08 Janeiro – D. Catarina paga a D. Constança de Vilhena, religiosa de Odivelas, 30$000 de mercê; doação de um legado perpétuo de 30$000 de juro anual, para pagar a entrada de 20 religiosas, cada uma das quais recebia 8$000 anualmente

1557
27 Agosto – Falecimento de Nicolau Ribeiro Soares, sepultado na Capela de D. Filipa, onde se sepultou a mulher, D. Violante Rebelo e os seus herdeiros

1561
Data nas portas da igreja

1569
Contrato em que o Mosteiro aceita 90$000 anuais para três dos lugares instituídos pela rainha D. Catarina

1571
Provável feitura da loggia do frontespício

1573
Provável remodelação do alpendre que liga a igreja à portaria, por ordem de D. Guiomar de Noronha

Final deste século
D. Filipe I autoriza o Mosteiro a ter açougue

SÉCULO XVII

1611
Construção de um dormitório, por ordem de D. Isabel de Meneses

1617
Existência de 210 monjas

1639
Finalização das obras do alpendre; data no brasão da loggia

1640-1652
Descrição da igreja por Jorge Cardoso

1656
D. João IV ordena obras profundas no corpo da igreja e zona regral, dirigidas pelo monge beneditino Frei João Torriano (1610-1679)

1656-1667
D. Afonso VI mantém uma relação estreita com o mosteiro, especialmente com as religiosas D. Ana de Moura e D. Feliciana de Milão

1671
Pintura dos azulejos dagalilé, pagos por D. Lourença de Melo

1677
Construção de um novo dormitório por ordem de D. Guiomar de Sousa e Melo, conhecido como Dormitório Corte Real, nome da família da mãe da madre

1686
17 Maio – Toma o hábito de noviça D. Luís Maria de Moura, que viria a fomentar várias obras, na qualidade de abadessa

1690
Era montado anualmente um presépio

1691
Data na porta da portaria

1694
25 Agosto – Visita ao Mosteiro de D. Catarina de Bragança, conforme lápida mandada fazer por D. Feliciana Maria de Milão

SÉCULO XVIII

D. João V ordena remodelações, aumentando os dormitórios, melhorando o refeitório, cozinha, e outras dependências, que desvirtuam a anterior simplicidade monástica, correspondendo ao aumento da comunidade para 300 freiras.
O monarca frequenta o local e tinha boas relações com a Madre Paula.
O mosteiro patrocina festas sumptuosas, com outeiros e concertos musicais; habitam no local 260 monjas.
O Padre Carvalho da Costa refere que a igreja tinha 10 capelas e o coro 20, todas profusamente decoradas com talha e prata, destacando, como obra de arte, a custódia

1704
Bula de Clemente XI a conceder o título de abades aos priores de Odivelas

1707
Feitura da escultura central do Claustro da Moura

1724
11 Agosto – Frei Bernardo de Castelo Branco inicia a reforma do Mosteiro

1727
03 Fevereiro – Criação de um novo regulamento para a reforma do Mosteiro

1735
11 Fevereiro – A abadessa de Odivelas recebeu provisão para ter juiz privativo

1744
As casas de habitação foram demolidas por ordens superiores

Segunda metade deste século
Reconstrução da igreja, sacristia, alas E. e N. do Claustro Novo, ala do capítulo e do refeitório; revestimento do refeitório com azulejo

1754
Colocação dos azulejos no Claustro da Moura, mandados fazer por D. Luísa Maria de Moura

1755
Cocheril fala em 350 religiosas, tendo a ver com o reagrupamento das religiosas de Portalegre, de Cástris e de Tavira, transitando algumas monjas para Odivelas
1 NovembroO terramoto provocou grandes danos no mosteiro, sobrevivendo apenas cabeceira e o túmulo de D. Dinis, apesar de muito danificado; as religiosas vivem em barracas durante as obras e o culto passa para o lagar de azeite; trasladação do túmulo de D. Dinis para o absidíolo

1758
As Memórias Paroquiais referem que a cobertura da igreja, em abóbada, caiu matando o capelão e 32 pessoas, caíram várias casas, a torre da igreja; no couto das freiras, existia a Capela de São Miguel

1789
Feitura do órgão por António Xavier Machado e Cerveira

SÉCULO XIX

1807 – 1808
As tropas de Junot violaram o túmulo de D. Dinis

1850
O edifício apresenta já adiantado estado de degradação

1862
Vilhena Barbosa refere que o túmulo de D. Maria Afonso se encontra numa capela do claustro

1874
É capelão António Joaquim de Moura Calvão, que cumpre estas funções até 1886

1875
Habitam 8 monjas no local; Pinho Leal refere o túmulo de D. Maria Afonso na capela-mor e o de D. Dinis muito danificado e vandalizado

1885
Descrição da cerca por Esteves Pereira, referindo que a cerca era cortada e regada por um ribeiro

1886
Vilhena Barbosa descreve a igreja com quatro alturas com retábulos de pintura a óleo, surgindo no coro 20 altares

17 Junho – Morre a última religiosa, a abadessa D. Bernarda da Encarnação Correia

04 Agosto – Inventário dos bens do Mosteiro

21 Outubro – Doação de um sino para a Igreja Vilar, em Cadaval

1887
Planta de Borges Figueiredo

03 Março – Pedido de um retábulo e sacrário para a Igreja de Zebreira

05 Maio – Pedido de uma sineta para a Igreja do Estoril

28 Outubro – Concessão de um sino à Paróquia de Nossa Senhora da Expectação, em Valada, Cartaxo; são levadas peças para as Belas-Artes e São Vicente

1889
Descrição do mosteiro por Borges de Figueiredo; venda da Quinta Nova, da Cerca do Rapaz e terra de vinha; aluguer da cerca; nesta data, as casas do couto já são particulares

07 JunhoParam as obras por falta de verbas

1892
14 Março – O Recolhimento das Irmãzinhas dos Pobres, em Campolide, pede um sino para a Capela

1898
O edifício é incorporado na Fazenda Nacional; o Infante D. Afonso solicita-o ao Ministro da Fazenda para alojar filhas órfãs de oficiais do exército

1899
09 Março – Criação do Instituto Infante D. Afonso; obras de adaptação à nova função

SÉCULO XX

1900
14 JaneiroInauguração do Instituto

1902
O mosteiro é entregue ao Infante D. Afonso que nele promove a instalação do atual Instituto de Ensino.
06 Agosto – Auto de entrega do edifício e a propriedade rústica de Vale das Flores ao Instituto

Julho – A igreja passa para o Instituto, após ter sido administrada pelo Hospital de São José

1903
Terminadas as obras de adaptação, estão no Instituto 57 alunas

1904
11 Maio – O Instituto é equiparado ao Colégio Militar e destinava-se às filhas dos oficiais do exército

1909
16 AbrilFalecimento da última monja de Odivelas, D. Carolina Augusta de Castro e Silva, que já não habitava o mosteiro

1910
16 Junho – O mosteiro é declarado Monumento Nacional, por Decreto de Lei
06 Novembro
– O Instituto recebe a designação de Torre e Espada

1911
25 Maio – É criada a Obra Tutelar e Social do Exército de Terra e Mar, onde se integra o Instituto

19 Agosto – Toda a família militar pode usar o Instituto

28 Agosto – Alterada a designação para Instituto Feminino de Educação e Trabalho

1922
Por ruína, as janelas do Paço Real desmoronaram-se; colocação do escudo real no Claustro da Moura

1938
Abertura do túmulo de D. Dinis, deparando-se uma figura ruiva, com cerca de 1,65

1939
Transporte do retábulo-mor para Vila Real; execução de três janelas sob o alpendre, a substituir umas que existiam no local anteriormente

1942
31 Dezembro – Alterada a designação para Instituto de Odivelas

1947
Está afeto ao Ministério da Guerra

1945
Feitura de azulejos para o Pátio da Rainha

1950
14 Outubro – Inauguração do edifício; aquisição de Equipamento e mobiliário pela Comissão para a Aquisição de Mobiliário

1951
Deslocação do túmulo de D. Dinis para a Capela de Nicolau Ribeiro Soares

1952/1953
Está aqui instalado o Instituto Feminino de Educação e Trabalho

1955
Execução de trabalhos de terraplanagens e desvio do leito da Ribeira de Odivelas nos terrenos que confinam com o Mosteiro

1958
Estudo do engenheiro Artur Andrade Mendes Magalhães relativo às expropriações que deveriam ocorrer, para ampliação do Mosteiro; construção de uma garagem

1961
Foi adquirida uma propriedade com 926m2 para o arranjo do largo fronteiriço ao instituto, pelos Serviços de Construção e de Conservação

1969
28 FevereiroAbalo sísmico provoca estragos no imóvel

1958
Projeto para o arranjo da zona envolvente

1973
Colocação de lápide comemorativa da fundação do Instituto no claustro; feitura de azulejos de figura avulsa, retirados da cozinha da Torre, réplica da cozinha maior; colocação de azulejos cedidos pelo Museu Nacional do Azulejo, painéis provenientes do Palácio do Duque de Cadaval, onde se instalou o Instituto de Altos Estudos Militares – azul e branco, com caça ao veado e cenas campestres e do séc. XVII, provenientes do Mosteiro de Chelas

1974
Agosto – No decurso das obras de remodelação da sacristia, encontrou-se um cano de transporte de água que  ligava uma mina na Ramada até ao lavabo, surgiu então a dúvida se deveria ser preservado ou removido

1976
Colocação de silhar de azulejo enxaquetado

1988
22 Abril – O Instituto passa a denominar-se Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso)

SÉCULO XXI

2011
19 Setembro – Publicação do anúncio do projeto de decisão da fixação da Zona Especial de Proteção do imóvel, em DR, 2.ª série, n.º 180, anúncio n.º 13023/2011.

2013
25 Março – Por despacho nº4785/MDN/2013 de 25 de Março, o atual governo presidido pelo Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, decreta o fim do Instituto de Odivelas no final do ano letivo de 2014/2015, mesmo contra vontade das alunas, dos docentes, dos funcionários, da população e dos órgãos de poder autárquico da cidade de Odivelas.

2014
27 Fevereiro – É colocado “online” no espaço virtual da internet, o sítio “Mosteiro de Odivelas” (mosteirodeodivelas.org), decorridos exatamente 719 anos após a colocação da primeira pedra pelo rei D. Dinis, para a construção deste Mosteiro.
Cronologia do Mosteiro

 
 
Fonte: SIPA – Sistema de Informação para o Património e órgãos de comunicação social

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